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No aeroporto

Aqueles que me conhecem a mais tempo sabem que eu não sou o tipo mais calmo de pessoa. Seguindo meus intintos de pressa naturais, chegamos com meu pai e meu sogro, ao aeroporto com certa antecedência, quer dizer, o que me parecia ser um horário que nos permitisse certa folga.

Pois bem, logo que chegamos ao estacionamento do aeroporto a fila imensa de carros já estava à vista, péssimo presságio à frente.

Dentro do aeroporto, eu e meu sogro tratamos de “cambiar la plata”, ou trocar os dólares, em bom português. Primeira etapa vencida!

Enquanto isso a Ana Claudia, e nossa comitiva aguardavam na fila pertencente à LAN. Voltamos, eu e meu sogro à fila para, desta vez, irmos até a ANVISA trocar os comprovantes de vacina pelo certificado internacional de vacina. O Peru não exige este certificado, mas prefiro pecar pelo excesso do que pela falta. Fomos eu e o Eduardo, e, para nossa surpresa, o local estava totalmente deserto! Impressionante, pois eu sempre tento imaginar o pior cenário possível.

Mais uma etapa vencida! Parecia que tudo estava correndo bem. Bem até demais…

De volta mais uma vez à famigerada fila da LAN, eu o Eduardo começamos a nos perguntar se realmente era necessário ficar plantado esperando o tempo passar. Como quem tem boca vai a Arequipa, saimos procurando mais informações de como fugir desta sina brasileira.

Achamos um terminal de emissão de passagens da LAN, tentamos a sorte, digitando os códigos que a CVC nos deu. Agora, com as passagens impressas em mãos fomos perguntar se ainda precisávamos ficar na fila. Um funcionário, muito bem humorado (isso foi uma ironia ok?) nos informou que aqueles que estavam de posse das passagens impressas não precisavam permanecer na fila. BINGO! Por que não nos informaram disso antes? Bom, pelo menos não iríamos mais ficar plantados ali. O interessante é que outras pessoas começaram a nos perguntar onde estava o tal terminal, que bom que não éramos os únicos desinformados.

Depois de despachadas as malas o gentil funcionário (outra ironia ok?) nos disse que se não apressássemos o passo poderíamos até perder o vôo. Ótimo!!! Era tudo o que precisávamos ouvir.

Diante desta informação saimos correndo desenfreados até o tal terminal 1. Isso para mim parecia inconcebível, pois chegamos com 4 horas de antecedência, e de repente temos nossa ida ameaçada?

Passado este susto, fizemos a checagem de nossas bagagens de mão e nos dirigimos ao portão de embarque 26. Ufa! Parecia que tudo estava resolvido, mas o pessoal do aeroporto percebeu que era nosso primeiro vôo internacional e resolveu continuar brincando com nossa saúde cardíaca.

Chegando no Portão de Embarque 26, como marcado em nossas passagens, um funcionário nos diz que aquele não era o portão correto, pois ali estava um vôo da Gol. Ele nos disse também que os funcionários da LAN estavam até 1 minuto antes no portão 25, ao lado. Por muito pouco não tivemos uma síncope! Como assim ali não era o portão correto? O número marcado na passagem não valia nada?

Corremos até o portão 25, onde uma funcionária finalmente nos informou que o embarque para o nosso vôo começaria ás 19 horas.

Para o relato por aqui, pois finalmente pudemos descansar dessa correria e sustos que nos aplicaram.

Continue conosco, pois a aventura continua…

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