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Terça

Hoje acordamos um pouco mais cedo, pois, ao que parece, o dia estava prometendo.

Não tomamos café na casa do Claudio e da Andréia, pois tínhamos que levar a Vitória  e a Ana Clara na escola. Fomos todos juntos bem apertadinhos no carro.

Quando chegamos no Projeto, a idéia inicial era tomar café, mas os afazeres nos chamavam, então manos a obra!

Cantamos e dançamos com as crianças, e claro que ao final da cantoria estávamos sem fôlego, afinal a altitude nestas circunstâncias não perdoa.

Depois do fôlego recobrado a Ana Claudia ficou com a Andreia e a Tânia no Projeto, enquanto eu o Eduardo fomos com o Claudio comprar o material para construir a plataforma onde será colocada a casa que compramos ontem.

Descobrimos que carregar sacos de cimento com 42 Kg na altitude de 2500 metros também é uma tarefa de tirar o fôlego. Compramos 4 sacos de cimento, cada um carregou um saco, porém, no último todos ficaram ensaiando para pegar o derradeiro, que no fim, sobrou para mim mesmo.

Depois dos sacos descarregados começamos a ajudar os pedreiros a encher a plataforma com cascalhos e pedras. Mais uma vez nosso fôlego foi testado.

Quando terminamos de ajudar os pedreiros com esta tarefa, fomos almoçar, pois ninguém é de ferro.

Chegamos em um restaurante tipicamente peruano (claro, estamos no Peru né?!), inclusive a música de fundo, que tanto nos agradou que dormimos na mesa esperando nosso chicharón ficar pronto.

Chegamos de novo no Projeto, e, para nossa surpresa, a porta de acesso ao interior da casa estava trancada! E o pior, as mulheres tinham levado todas as chaves. Logo, ficamos para fora sem talheres, pratos ou copos. Acabou que comemos nosso delicioso chicharón feito 3 ogros, 3 bárbaros. Enquanto isso as mulheres estavam na casa do Claudio e da Andreia comemdo um belo arroz com feijão.

Pegávamos a carne, a salada e as batatas com as mãos, sentados na escada rindo da nossa própria desgraça, e sem poder tirar qualquer foto, pois minha blusa, com a carteira e a máquina fotográfica haviam ficado trancado lá dentro da casa.

Depois da sessão neardenthal, o Eduardo e o Claudio foram ao banco trocar o dinheiro para pagar os pedreiros, e eu fiquei na casa para acompanhar o trabalho dos pedreiros.

Conforme o sol ia se pondo nosso frio aumentava, já que as blusas estavam trancadas dentro da casa. Uma hora e meia depois, nosso amigos pedreiros haviam finalizado toda a plataforma para la casita de los niños.

Chegamos todos acabamos e moídos, e para a surpresa de todos os homens, as mulheres estavam prontas para sairem para a noite Arequipeña.

Demos uma volta no centro de Arequipa, que a propósito é muito bonito, e voltamos, pois as pernas não estavam mais respondendo aos comandos cerebrais.

Bom, por hoje é só. O dia foi realmente cansativo, mas valeu a pena com certeza!

Amanhã o dia será tão cheio quanto hoje, pois planejamos comprar o fogão, buscar a casita de los ninõs e outras coisas mais, que com certeza estarão relatadas aqui, não perca!

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Categorias:Arequipa 2010, Terça
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